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7.11.14

Eu e a Gávea


Ontem, no caderno Zona Sul do Globo, eu conto um pouco do que amo no meu bairro, falo dos projetos e convido pro lançamento do livro, 4a feira, dia 12 no Olho da Rua. Espero vocês!

Pra ler a matéria e ver outras fotos lindas clica aqui.

22.8.13

No Globo de hoje!




Matéria bacana da Mariana Müller na capa do Zona Sul, do Globo, hoje, sobre a poesia falada no Rio. Tem eu, Mônica Montone, Mano Melo, Claufe Rodrigues, Chacal, Línox e mais um bando de gente bacana.

Aqui ó.

26.5.13

Festipoa em imagens


Finalmente, na minha quarta FestiPoa, consegui participar do Cabaré do Verbo!

Os bixos do Ornitorrinco depois da República, antes do show do Letuce

Sobretudo, purpurina, toga multicolor - ou Keli Freitas, eu, Domingos Guimaraens
As Ornitas: Keli Freitas, Leticia Novaes, eu

6.3.13

Indo


Do Gabriel Pardal, esse menino maravilha que escreve e agita e edita e nos sacode e agora pinta e borda também.

1.3.13

Saudades do Tonho





Saudade é todo dia, mas hoje é mais. Tonho, seu lindo, que bom você ter aparecido na minha vida com seus figurinos extravagantes e sua doçura e seu talento. O mundo ficou bem mais sem graça quando cê parou de andar por aqui, e eu sinto a sua falta, meu amigo.


Morrer podia ser só um pouquinho
Podia ser um passeio
Uma viagem pela noite que acabasse no café

Morrer como uma aventura
Uma montanha
Andar a pé o deserto depois voltar

Como dançar de olho fechado
Se perder num outro corpo
Como uísque bom, um sono inteiro, um prazer, um cheiro

Morrer podia até ser um castigo
Porta fechada com prazo de fim
Mas não esse buraco, esse abismo
Seu riso pra sempre perdido
Sua música soando em mim

(para Tonho Gebara)

*** Se alguém não conhece o Tonho agora é a hora de ganhar esse presente. O porte, a gargalhada, os cabelos bagunçados, só vai dar pra ver em foto, infelizmente. Mas a música, essa ficou lindamente gravada no cd "Ímpar", e eu agradeço sempre que ele tenha finalmente cedido aos apelos dos amigos e fãs e feito esse registro das suas lindas canções. Algumas delas estão aqui ó.

Saudades




Saudade é todo dia, mas hoje é mais. Tonho, seu lindo, que bom você ter aparecido na minha vida com seus figurinos extravagantes e sua doçura e seu talento. O mundo ficou bem mais sem graça quando cê parou de andar por aqui, e eu sinto a sua falta, meu amigo.

Morrer podia ser só um pouquinho
Podia ser um passeio
Uma viagem pela noite que acabasse no café
 
Morrer como uma aventura
Uma montanha
Andar a pé o deserto depois voltar
 
Como dançar de olho fechado
Se perder  num outro corpo
Como uísque bom, um sono inteiro, um prazer, um cheiro
 
Morrer podia até ser um castigo
Porta fechada com prazo de fim
Mas não esse buraco, esse abismo
Seu riso pra sempre perdido
Sua música soando em mim